Este é Ícaro Ambrósio...

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Jornalista, blogueiro, editor-chefe do O Contorno de BH, colaborador da Revista Exclusive, autor do canal Um Mineiro no mundo e otimista.

terça-feira, 26 de julho de 2022

Hospital Felício Rocho completa 70 anos


divulgação

Dr. Pedro de Oliveira Neves

 Considerada uma das maiores unidades transplantadoras de Minas Gerais, Instituição mantém valores, missão e visão desde sua fundação

Foi a solidariedade e a vontade de ajudar o próximo que levaram o imigrante italiano, Nicola Felice Rosso, a iniciar a maior obra de sua vida: o Hospital Felício Rocho. Em 2022, a Instituição comemora 70 anos de sua inauguração e ainda mantém o propósito de cuidar das pessoas.
O nobre italiano não viveu para ver seu feito, mas, em honra a sua memória e altruísmo, o Hospital Felício Rocho segue criando histórias de superação. No dia 21 de junho completou sua sétima década e a Instituição comemora com o Dr. Pedro de Oliveira Neves, diretor-presidente da Fundação Nicola Felice Rosso, a longevidade da obra e lembra de seus princípios.
“Muitos são os feitos que temos para comemorar ao longo destes 70 anos, mas o que mais nos enche de alegria é que nossa missão, nossa visão e nossos valores não apagaram com o tempo. Nascemos para cuidar das pessoas e agregar qualidade a vida. Nos esforçamos para ser referência em cuidado à saúde em âmbito nacional, com excelência e sustentabilidade. E trabalhamos com ética, transparência e sempre buscando inovar para mais segurança, conhecimento e benemerência”, salienta o diretor-presidente.
Hoje, o Hospital Felício Rocho opera como uma das mais modernas e promissoras instituições de saúde de Minas Gerais. As instalações dispõem de mais de 350 leitos, distribuídos entre apartamentos e enfermarias, operando em dez unidades físicas para atender mais de 40 especialidades clínicas, cirúrgicas, exames e de pesquisa.
Para acolher os pacientes com primazia, são mais de 1,2 mil médicos e ainda outros 2,8 mil colaboradores, dispostos em tempo integral. O Hospital atende a qualquer faixa etária, opera com mais de 90 convênios, dispõe de 124 consultórios médicos, 60 leitos de CTI e também 23 salas cirúrgicas.
O Hospital Felício Rocho nunca parou de buscar por inovações, e é representada através de alguns de seus números. A unidade é reconhecida como o Hospital privado que mais realiza transplantes de órgãos em Minas Gerais. Apenas em 2021, 182 pacientes tiveram suas vidas mudadas após receber uma nova oportunidade de viver após receber algum órgão.
Não bastasse, o Hospital também é pioneiro na realização de cirurgias robóticas em Minas Gerais, passando de 1,5 mil procedimentos deste tipo. Este método cirúrgico tem como alvo principal os procedimentos minimamente invasivos na área de urologia, cirurgias digestivas e colorretal, ginecológicas e torácicas.
O robô Da Vinci é ideal para cirurgias que envolvam grande detalhamento anatômico ou procedimentos cirúrgicos realizados em pequenos espaços e cavidades. Entre as cases de sucesso, destaque para o primeiro transplante de órgão por cirurgia robótico de Minas Gerais, ocorrido em 2018.
A Instituição também se faz de conhecimento. Para as pessoas que estão na linha de frente, o Núcleo de Ciências da Saúde – Hospital Felício Rocho incentiva a busca pela informação e aperfeiçoamento profissional, capacitando e viabilizando, aqui dentro, o estudo e a pesquisa, os quais possibilitam descobertas científicas importantes para a cura de doenças que afetam nossa sociedade.
“No aniversário do Hospital, graças à soma de esforços de cada um de seus profissionais e parceiros, temos a satisfação de poder presentear a comunidade com a prestação de serviços de elevado nível. A Administração do Hospital agradece e compartilha essa satisfação com todos os que, de alguma forma, contribuíram para essa realidade. Muito obrigado!” finaliza Dr. Pedro Neves.

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Sensualiza Beagá retorna às ruas da capital em clima de festa junina e programação gratuita

 

divulgação

Tradicional festa belo-horizontina de música brasileira apresenta edição Anarriê e entrega diversão, artistas locais e comidas típicas 


Vocês não sabem o prazer que é estar de volta! A Sensualiza Beagá, um dos maiores eventos de música brasileira de Belo Horizonte retoma sua programação após um hiato de dois anos e apresente sua edição Anarriê, com temática junina, nos dias 09 e 10 de julho.

A rua Itambé será a casa deste encontro, logo depois do Viaduto Santa Tereza, no bairro Floresta, região Leste de Belo Horizonte. Toda a programação é gratuita, mediante retirada de ingresso pelo Sympla (https://bit.ly/SensualizaAnarrie).

“Esse retorno vem com um gostinho especial já que acontece na época de festas juninas, recebendo além de uma variedade de artistas locais, um cardápio de comidas que atende a todos os gostos como caldos, tropeiro, cachorro quente, canjica e outras delícias da época. Será um final de semana inesquecível, sob bandeirolas e com o melhor da música brasileira, daquele jeitinho que só a Sensualiza Beagá sabe fazer”, convida Priscilla Pinheiro, organizadora do evento.

 A programação é dividida em dois dias. No sábado (09), de 12h às 20h, o evento recebe o baile Baile da Bôta, apresentando um repertório techobrega aclamado pelo público, e os DJs Kingdom, Rafa Mártir, Mersex, B2B e João Andrade. Encerrando a noite, um pouquinho de carnaval com o bloco Juventude Bronzeada. 

Já no domingo, para fechar com chave de ouro, a programação vai de 12h às 20h. Estão confirmados o coletivo de artistas da Masterplano, importantes representantes do cenário da música eletrônica de Belo Horizonte, além da premiada Lorena Lee, residente do evento. Ainda participam os Djs Bukzem, Zaidan, FBC e o bloco Swing Safado.


Serviço – Sensualiza Beagá Anarriê

Datas: 09 e 10 de julho

Horários: Sábado de 12h às 20h, domingo de 12h às 20h

Local: Rua Itambé, bairro Floresta (esquina com o Viaduto Santa Tereza)

Entrada gratuita com ingressos no Sympla 

https://bit.ly/SensualizaAnarrie

quarta-feira, 29 de junho de 2022

Projeto Experimente retorna à Praça dos Quatro Elementos

Henrique Marques/ @area.de.servico


Maior feira cervejeira de Minas Gerais terá mais de 20 rótulos de cerveja, melhores petiscos de Belo Horizonte, vinho, gin, muita música boa e espaços para toda a família, em Nova Lima

“O Projeto Experimente nasceu na Praça dos Quatro Elementos, em Nova Lima, e estar de volta a este espaço após mais de dois anos é uma alegria imensa. Estamos preparando uma das melhores edições e desta vez esperamos acolher o público com muito carinho, música, comida boa e as melhores cervejas de Minas Gerais”, anuncia Bruno Lins, idealizador do Projeto Experimente.

O motivo da alegria de Bruno é porque está confirmada mais uma edição da maior feira de cervejas artesanais de Minas Gerais, de volta, na Praça dos Quatro Elementos, em Nova Lima. Este retorno é no dia 9 de julho, a partir de 12h.

Ao longo da tarde de sábado, o evento estende até 20h e está cheio de atrações musicais. Pensado para toda família, os organizadores preparam um espaço pet, uma ala infantil com brinquedos, rock’n roll de qualidade e muita bebida e petiscos dos melhores restaurantes de Belo Horizonte. O ingresso custa a partir de R$ 20 e podem ser adquiridos pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/experimente__1604283).

São mais de 20 cervejarias confirmadas. “O bom cervejeiro vai fazer a festa pela grande diversidade de sabores, aromas e cores desta que é a bebida mais popular no Brasil. A diversificação vai desde a leve pilsen, passando pela amarga ipa e esbarrando nas sasionais que passarão por lá”, antecipa o idealizador do evento.

Além das cervejas

E como nem só de cerveja vive o mineiro, o Experimente também prepara espaços para quem quer uma bebida um pouco diferente, como o vinho. Outra novidade é a participação da Lowka, uma marca belo-horizontina de kombucha alcoólica saborosa e de baixa caloria. Além disto, também está confirmada a participação do Vanfal Gin, oferecendo drinks prontos da bebida da moda.

Para família toda aproveitar

A entrada de crianças de até 14 anos é gratuita e é obrigatório a presença dos pais ou responsáveis. A criançada vai poder aproveitar muito em um parque de diversões inflável e outros brinquedos para distrair e diverti-los.

E não é somente os pequenos que vão se divertir. Tem diversão para os pets também. O Experimente está preparando um espaço para cães e gatos poderem passar a tarde ao lado de seus donos com muito conforto.

Música

Quatro atrações vão se apresentar ao longo do evento. A começar pelo Foo Fighters Cover Brasil. Considerado o maior tributo a banda de Dave Grohl, o grupo chega para apresentar hits como “My hero”, “Time like these”, “The pretender”, “Best of you”, “Learn to fly”, “All my life” e “Walk”.

Falando em Dave Grohl, também está confirmada a Smells Like Nirvana, banda formada pelos irmãos Marcos Farrav e Deni V8, e ainda Layon Tales e Aldrin Sales, todos músicos já carimbados na noite de BH e reconhecidos em todo país pelo seu trabalho que honra o legado da maior banda grunge de todos os tempos, o Nirvana.

Não podemos deixar de falar da Lurex, o famoso cover do Queen que sempre lota os pubs e eventos de Belo Horizonte com hits como “We are the champion”, “We will rock you”, “Bohemian rhapsody”, “Love of my life” e “Don’t stop me now”. Completa o time de atrações, Nolli Brothers com seu repertório autoral de contry pop e rock moderno.

Cervejarias participantes

Albanos, Capa Preta, Caraça, Dumm, Évora, Furst, Jever, Krug, Kud, Laut, Loba, Mils, Mithic, Ouropretana, Prussia, Sanatorium, São Sebastião, Serra’s Beer, Slod, Uaimii, Verace, Vinil, Yellow.

“É raro um evento com tantas cervejarias como acontece no Experimente. Ficamos muito felizes e estamos bastante entusiasmados para receber todo o público em um encontro que vai oferecer ao público as melhores opções de cervejas de Minas Gerais. Podem chegar”, convida, Bruno.

SERVIÇO

Projeto Experimente – De volta para casa

Data: 9 de julho, sábado

Horário: 12h às 20h

Local: Praça dos Quatro Elementos (R. Alaska, 643 - Jardim Canada, Nova Lima)

Valor: a partir de R$ 20

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/experimente/1604283

quarta-feira, 25 de maio de 2022

Trabalho híbrido faz redobrar segurança cibernética das empresas

Poder cumprir pelo menos parte do horário de trabalho em casa, através do computador, tornou-se um privilégio para muitos colaboradores. Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), utilizando dados de outro levantamento, feito pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), mostra que em 2020 eram mais de 8 milhões de trabalhadores brasileiros em regime de home office – cerca de 11% dos ocupados no país. Acredita-se que este índice tenha crescido em 2021 e esteja em plena progressão em 2022, tornando ainda mais claro que o uso da internet com fins laborais aumentou significativamente no Brasil desde o início da pandemia. Por isso, Cristina Diez, diretora comercial da Most Specialist Technologies, empresa com forte atuação em sistemas de segurança digital, orienta a tomar algumas precauções para evitar a perda de dados, o que geraria prejuízos incalculáveis. “Tanto os trabalhadores como as próprias empresas estão com a segurança cibernética em maior risco a partir do atendimento remoto, e portanto, devem redobrar as atenções quanto às ferramentas utilizadas. A recomendação número 1 é reforçar a segurança dos equipamentos utilizados, recorrendo a antivírus e antimalwares corporativos, que são apropriados para esse tipo de uso, sob orientação da empresa”, pontua a diretora. Outra medida importante é criar uma organização sobre o armazenamento dos dados em nuvens, controlando o acesso de cada colaborador aos arquivos certos, restringindo aqueles que são vitais para a corporação a uma quantidade mínima de pessoas. “Antes de fazer esse procedimento, porém, é muito importante que esses dados sejam criptografados e protegidos em mais de um repositório, a fim de se proteger de eventuais falhas no sistema da nuvem, ainda que tenha alto grau de confiabilidade”, ressalta a executiva da Most. “Vale salientar ainda que a web concentra uma quantidade imensurável de perigos para a gestão de dados, e isso exige que a comunicação remota seja intensificada para que a navegação seja absolutamente segura e monitorada durante a jornada de trabalho. Ademais, é pertinente também adotar o modelo de segurança baseado no chamado Zero Trust – ou confiança zero – que limita com rigor o acesso de qualquer usuário ao sistema de TI utilizado pela empresa”, orienta Cristina Diez. “O objetivo é proteger o máximo possível o coração do banco de dados empresariais.” Maria Cristina observa ainda que é fundamental utilizar recursos como as VPNs – redes digitais privadas –, mais de uma credencial de acesso e capacitar os colaboradores para que dominem e saibam driblar os perigos da rede. “A segurança da empresa deve sempre falar mais alto, e ela precisa se sobrepor a qualquer distância. O trabalho remoto de modo algum pode ampliar o risco de exposição dos dados”, conclui.

BDRs aproximam oportunidades de investimentos em papéis estrangeiros

Até bem pouco tempo atrás, investir na B3 tinha ao menos uma delimitação: os papéis disponíveis eram somente aqueles comercializados na Bovespa. Pois essa restrição caiu por terra a partir das BDRs – sigla em inglês de BrazilianDepositaryReceipts, ou, na tradução, Recibos Depositários Brasileiros. A partir dessa opção, o investidor brasileiro ficou mais próximo de gigantes como Tesla, Facebook, Apple e Disney. “Uma BDR funciona como um título representativo, que acompanha a performance da empresa à qual ela está lastreada. Isso permite que o investidor brasileiro alcance grandes empresas que operam somente no exterior”, explica Sanzio Cunha, trader, CEO e sócio fundador da Lotus Capital. “É como entrar no supermercado onde você faz compras e poder levar um produto que só está disponível na Walmart, nos Estados Unidos. Isso aprofunda a relação do investidor com novos focos de investimentos”, complementa. No caso das BDRs, explica Sanzio, é necessário que haja uma espécie de importadora, chamada de instituição depositária. Ela é responsável por comprar os ativos diretamente no exterior e comercializá-los na B3, mediante a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “A instituição depositária, é claro, tem a restrição de vender somente a quantidade de ações que ela tem sob seu domínio”, orienta. Uma vantagem da BDR é que os títulos são vendidos em reais. Isso, segundo ele, mantém o papel atraente. A facilidade de acesso a grandes empresas mundiais, contudo, não livra o investidor dos riscos. “São companhias que sofrem as mesmas volatilidades dos nossos ativos nacionais. E por isso nem sempre valem a pena. É preciso ampliar o campo de estudos, começar a investigar mais a saúde financeira e as estratégias econômicas dessas empresas antes de comprar. Isso não é pra qualquer perfil de investidor”, adverte. Um exemplo, segundo ele, ocorre com a Netflix, gigante do serviço de streaming. Desde o início do ano, as ações da empresa despencaram 63,35%, significando uma perda de US$ 168 bilhões. “Pode ser bonitinho dizer que tem ações da Netflix na carteira, mas o que representa isso na prática? São perdas ostensivas. Como diz o ditado, nem tudo que reluz é ouro. E no caso das BDRs, essa máxima também prevalece. Então é importante conhecer o momento em que se está comercializando os ativos”, avisa.

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Festinha abre a temporada Junina com Alceu Valença e cardápio assinado pelo Xapuri

Uma balada junina! É o que promete a próxima Festinha, evento produzido pela Box. Bold Xperiences há quatro anos na capital mineira. Esta edição, que será no dia 28 de maio, no bairro Olhos D´Água, inaugura a temporada da época com tudo o que uma boa festa junina tem direito: comidas e bebidas típicas, touro mecânico, barraca do beijo, fogueira, brincadeiras... E Alceu Valença! Para animar a Festinha Junina, um ícone dos forrós, baiões, xotes, toadas e emboladas marca presença. Alceu Valença traz o show "Anunciação - Tu vens eu já escuto os teus sinais" no qual apresenta seus principais sucessos, como "Coração Bobo", "Táxi Lunar" e "Papagaio do Futuro", além de clássicos de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, exemplo de "Baião", "Vem Morena" e "Canto da Ema", entre outras.] Do sertão ao litoral, o show inclui frevos que conquistaram as ruas de São Paulo e Olinda nos desfiles do bloco Bicho Maluco Beleza, comandado por Alceu. Da folia ao pop, os hits de uma das carreiras de maior sucesso na música brasileira: "Belle de Jour", "Cavalo de Pau", "Pelas Ruas que Andei", "Como Dois Animais", "Tropicana", o hino "Anunciação". Alceu Valença canta ao lado de Leo Lira (guitarra), Tovinho (teclados), André Julião (sanfona), Nando Barreto (baixo), Cassio Cunha (bateria). A festinha conta, ainda, com apresentações de Du Monteiro, Breno Gontijo convidando Paula Marques e DJ Vavá. Importantíssima quando o assunto é festa junina, a gastronomia do evento também é um dos pontos fortes. Flávio Trombino e o restaurante Xapuri um dos principais de comida mineira da cidade, assinam o cardápio da festa, que inclui caldo de feijão, caldo de mandioca, Vira-Lata (cachorro quente com brioche, linguiça artesanal, cebola caramelizada no vinagrete de jabuticaba), bolinho de mandioca, espetinho de boi e de coração, canjica e arroz doce. "A Festinha já é tradicional em BH, mas mudamos um pouco o formato de um evento mensal para edições especiais, maiores e temáticas. E esta será mais que especial, pois estamos todos com saudade das festas juninas e será um presente pra cidade. Reunimos o Alceu, que é um dos principais nomes da música brasileira e tem total sinergia com o tema, a uma gastronomia de qualidade, já reconhecida. Todo um clima junino, mas sem deixar de ser uma balada", conta Guilherme Rabelo, um dos sócios da Box.

Festival de Yoga ressalta importância de manter corpo e mente saudáveis

Evento retrata a importância da prática para a qualidade de vida; e conta com grandes nomes estarão presentes Nos dias 1 a 3 de julho, Instituto de Yoga de Belo Horizonte promove o 6º Festival de Yoga, em Araxá/MG. O evento traz grandes nomes da área, que é uma aliada poderosa para uma melhor qualidade de vida física e mental. “Após dois anos de pandemia, muitas pessoas têm reclamado de dificuldade de concentração, perda de memória e procrastinação, por isso nada melhor do que buscar formas de solucionar estes problemas através da discussão e prática do yoga. O festival pretende ajudar de forma substancial às pessoas, trazendo de volta o ânimo, saúde e o foco nos objetivos”, relata a idealizadora Fátima Macedo O Yoga tem origem oriental que realizada com procedimentos corretos e orientações corretas, melhora a qualidade de vida em vários aspectos como na capacidade de concentração, diminuição do estresse e melhora na postura corporal. O festival será realizado no Tauá Hotel e Termas de Araxá que sediará o festival. Os valores para participação incluem também o desfrute da estrutura do local que é um dos mais procurados do estado para estadias. O contato com a natureza e o silêncio que se encontra longe da agitação urbana é fundamental para o sucesso e prosseguimento na Yoga. “Realizado pelo Instituto de Yoga de Belo Horizonte em parceria com o Tauá Grande Hotel e Thermas, o Festival de Yoga chega a sua sexta edição com uma programação para lá de especial e intensa. O evento, que reúne centenas de praticantes e professores renomados e em evidência no cenário brasileiro, promete levar o conhecimento e a prática do yoga para os participantes”, completa. *SERVIÇO:* Festival de Yoga de Araxá 01 a 03 de julho de 2022 - no Tauá Hotel e Termas de Araxá. R. Águas do Araxá, s/n - Barreiro, Araxá - MG Inscrições e mais informações disponíveis em: http://institutodeyogabh.com.br/vi-festival-de-yoga-de-araxa/

Por que contratar um plano de saúde para seu pet?

No Brasil, boa parte da população tem um animal de estimação em casa, que é tratado com muito amor e carinho como se fossem da família. Mas, e quando o pet adoece, o que fazer? Pensando na saúde desses bichinhos, muitas pessoas têm optado por fazer um plano de saúde. A contratação do plano de saúde pet não é alta e pode ser feita de acordo com as necessidades do animal e das possibilidades do proprietário, como explica Simone Cordeiro, diretora comercial da Au!Happy: “Ao fazer a assinatura, você paga um valor por mês de acordo com os serviços ofertados, além dos serviços veterinários do seu pet que são incluídos no plano.” Os planos de saúde costumam cobrir as principais vacinas como: V10 canina; Antirrábica; Quíntupla felina; Gripe e Vacinas opcionais (contra Giárdia, Leishmaniose). Com a cobertura do plano gasta-se menos para manter os exames do seu pet em dia e evitar transtornos. “Não basta apenas ter um novo companheiro, eles exigem cuidados especiais, principalmente, em relação à saúde. Eles precisam de vacinas, consultas aos veterinários, exames, cuidados de higiene, entre várias outras coisas, além dos imprevistos como acidente ou alguma doença inesperada e é preciso estar preparado” ressalta Simone. Para saber se um plano pet compensa ou não, basta calcular quanto custa ir ao veterinário na sua cidade de forma particular e os serviços que seu pet precisaria ao longo dos anos: “Animais filhotes, até os 6 meses de idade, precisam ir ao veterinário uma vez ao mês para receber as vacinas obrigatórias e ter um acompanhamento veterinário mais próximo e os planos de saúde da Au!Happy por exemplo custam a partir de R$ 47/mês, sendo necessário avaliar caso a caso para saber o valor exato” ressalta a diretora da Au!Happy. Para oferecer todos os cuidados que seu pet merece, é preciso escolher uma empresa de qualidade e confiança. Além disso, na Au!Happy é oferecido 3 tipos de plano, com diferentes níveis de cobertura. Com os planos de saúde, você mantém seu pet saudável, realizando consultas, exames e vacinas de rotina gastando menos e economizando com as despesas veterinárias, sem deixar de acompanhar a saúde do seu pet bem de pertinho.

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Venda de imóvel tem isenção de Imposto de Renda ampliada

A partir deste ano, quem vender um imóvel terá a isenção de Imposto de Renda (IR) sobre o lucro do negócio (ganho de capital). Mas o benefício valerá apenas para quem quitar o financiamento até seis meses depois da venda do primeiro imóvel. Tanto as quitações parciais quanto as totais darão direito à isenção. A Receita também exige que o imóvel quitado esteja no mesmo nome do primeiro. Outras condições são que as duas unidades sejam residenciais e localizadas no Brasil. Desde 2005, as vendas de imóveis eram isentas de IR apenas para quem usasse o dinheiro do negócio para comprar outro imóvel em até seis meses, como explica Gabriel Kouzak, advogado do escritório BLJ Direito e Negócios: “O Fisco, só concedia o benefício nos casos em que o contrato da nova moradia fosse assinado no prazo de até seis meses. Quem usava o dinheiro para quitar outro imóvel não conseguia a isenção porque o contrato tinha sido assinado antes da venda da primeira unidade”, explica. O que muda Pela regra, quem vende um imóvel, paga de 15% a 22% de Imposto de Renda referente ao lucro da operação da venda da casa ou apartamento. Para o advogado, Gabriel Kouzak, a mudança pode ajudar a aquecer o mercado imobiliário além de beneficiar pessoas físicas: “As isenções da Receita Federal, fazem com que agora, somente contribuintes que realizam vendas de imóveis como investimento paguem impostos, isentando a venda e a compra da casa própria”. A Receita Federal também dispõe isenção percentual progressivo de desconto para imóveis mais antigos como os imóveis comprados antes de 1969 não pagam Imposto de Renda, além da compra de imóvel residencial próprio e da quitação de financiamentos. Além disso, ainda estão isentos do IR o contribuinte que vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a R$ 440 mil, se não tiver vendido outra unidade nos últimos 5 anos.

Receita e Fazenda propõem renegociação com empresas envolvidas em amortização de ágio

A Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional assinaram no início de maio um edital que propõe pacificar uma das disputas tributárias que mais geram impasses nas esferas administrativas e judiciais. Trata-se de uma proposta que o pagamento de supostas dívidas de empresas em operações de fusões envolvendo a amortização de ágio. Essa situação é comumente vista quando uma empresa adquire outra porque, de modo geral, a compradora oferece um valor maior do que de fato a empresa à venda tem de patrimônio. Esse preço superior é o chamado ágio, e a oferta com sobrepreço baseia-se na expectativa de lucro que vem com a aquisição. “Em regra, a empresa que adquire outra tem a vantagem de deduzir essa diferença ao declarar a renda, porém, ao longo dos anos, a Receita Federal tem sido bastante rigorosa com essas deduções e tratado muitas delas como irregularidades”, explica o advogado tributarista Tadeu Saint’ Clair. Essa posição, segundo ele, resulta em recursos junto ao Carf, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, onde as empresas tentam comprovar improcedência nas cobranças extras. “É um jogo pesado, mas que muitas vezes é possível saber de antemão quem vence. E os empates, ou seja, as decisões que mantêm o resultado inicial, são naturalmente favoráveis às corporações”, esclarece o advogado. Com a nova proposta, o governo tenta transformar o embate tributário num acordo. Para isso, oferece parcelamentos que variam de 7 a 55 meses e inclui reduções de juros, multa e outros encargos que podem chegar a 50% do valor cobrado. “Talvez seja até inevitável julgar que o edital represente, na verdade, uma tentativa de acordo para que a Receita não saia de mãos abanando nos processos em curso no Carf”, analisa Tadeu Saint’ Clair. Mas, sugere, é importante que a empresa considere suas chances de vitória antes de aderir ao programa, que tem data-limite no dia 29 de julho. “Se há um risco considerável de perder o recurso no Carf, a hipótese de negociar com o governo pode ser interessante. Caso contrário, o melhor pode ser esperar e apostar na total isenção de tributação sobre o valor do ágio”, pontua. O advogado tributarista analisa, contudo, que a ação do governo é positiva por oferecer uma opção extra para as empresas. “Essa proposta pode levar mais equilíbrio ao impasse tributário. É saudável que haja o interesse da própria Receita e da Fazenda Nacional de negociar, ainda que não flua um acordo com todas as empresas com quem têm litígio. Ainda não é o melhor dos mundos, mas já é um sinal importante”, analisa.